Revista Scientiarum Historia
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<p>A Revista Scientiarum Historia está classificada no estrato superior (A) do sistema Qualis CAPES (2021-2024), e indexada nos sistemas <a href="https://www.citefactor.org/journal/index/28306#.YXw1NOjMKWw" target="_blank" rel="noopener">Citefactor.org, </a><a href="https://search.crossref.org/?q=%22Revista+Scientiarum+Historia%22&sort=score&from_ui=yes" target="_blank" rel="noopener">CrossRef</a> (DOI), <a href="https://scholar.google.com.br/citations?hl=pt-BR&user=V4_DksQAAAAJ&authuser=5&scilu=&scisig=AMD79ooAAAAAYTZzAi4mHUMUtvFcRB4clBZHZNlTpQpW&gmla=AJsN-F4DNp-qkWbEZwqabihq_QN99hSDoLiPQTCkedXJENdtAdwSeRAKRqZWG0Nt2yqqZX7KE4J8Pt2FpuCzCgG_ofvJ8kxjxRIWJ3KoCqyHU22mtdKLCaXTDxv6Tifpo2Nq_dZIogM8&sciund=2307555253471009768" target="_blank" rel="noopener">Google Acadêmico, </a><a href="https://diadorim.ibict.br/handle/1/3132" target="_blank" rel="noopener">Diadorim/IBICT, </a><a href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2675-6404#" target="_blank" rel="noopener">ISSN, </a><a href="https://www.latindex.org/latindex/ficha?folio=31235" target="_blank" rel="noopener">Lattindex</a>, <a href="https://livre2.cnen.gov.br/Inicial.asp" target="_blank" rel="noopener">Livre, </a><a href="https://www.scilit.net/journal/6164178" target="_blank" rel="noopener">Scilit.</a></p> <p>Há mais de uma década, o Programa de Pós-graduação em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (HCTE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vem promovendo o Congresso Scientiarum Historia. Como parte das ações do HCTE, os melhores trabalhos são selecionados a partir das publicações nos Anais de nosso congresso anual (ISSN 2675-7559), e encontram-se reunidos em versões submetidas a rigorosa revisão por pares, em duplo cego, tornando-se, quando aceitos, publicações na revista Scientiarum Historia (ISSN 2675-6404), homônima ao evento.</p> <p>Nos últimos anos, a Revista Scientiarum Historia vem também se abrindo à submissão, revisão e publicação em fluxo contínuo, alargando sua abrangência e o acesso pela comunidade científica à oportunidade de disponibilizar suas propostas e resultados de pesquisa no âmbito inter/transdisciplinar.</p> <p>A Revista procura abrir-se a contribuições que projetem a ciência de excelência para além dos campos disciplinares que marcam as origens acadêmicas de seus pesquisadores, e priorizando perspectivas, questionamentos e sistemas teóricos, metodológicos e experimentais interdisciplinares de conhecimento. O cruzamento de visões e processos lógico-estruturais, tecnológicos e criativos das ciências experimentais, da filosofia, das artes, pressiona por novos modos de problematização e novas metodologias científicas, que se provem eficientes na promoção do necessário diálogo nas fronteiras do conhecimento, há muito transcedendo as velhas demarcações de campo, e forçando a comunidade científica a migrações conceituais e processuais.</p> <p>Bem-vind@s!</p>Universidade Federal do Rio de Janeiropt-BRRevista Scientiarum Historia2176-123X<p>Todos os artigos publicados na Revista Scientiarum Historia recebem a licença <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt_BR" target="_blank" rel="noopener">Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0)</a>.</p> <p>Todas as publicações subsequentes, completas ou parciais, deverão ser feitas com o reconhecimento, nas citações, da Revista Scientiarum Historia como a editora original do artigo.</p>Velhice e ancestralidade
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<p>A pluralidade de práticas e conhecimentos na cultura afro-brasileira, que garante dignidade e qualidade de vida aos velhos mestres, suscita reflexões sobre a situação da terceira idade na sociedade brasileira, marcada pelo abandono social e pela ausência de políticas públicas estruturantes. O contraste entre esse abandono e a valorização dos mestres na cultura afro-brasileira revela caminhos alternativos e mais humanos de pensar a velhice, reconhecendo nela um lugar de sabedoria e continuidade histórica. Nas rodas e manifestações culturais, os jovens adeptos demonstram profundo cuidado com os mestres idosos, mas esse cuidado, embora fundamental, não supre suas necessidades básicas, como saúde, moradia e seguridade social, tornando indispensável a intervenção do Estado. Essa pesquisa, ancorada em minhas próprias experiências formativas em rodas, encontros e eventos de cultura preta em dezenas de cidades brasileiras, busca evidenciar o contraste entre esses paradigmas. Serão mobilizados registros literários, letras de músicas, artigos acadêmicos e falas de mestres em especial Índio Maranhão e Toni Vargas, além de referências críticas de pensadores da cultura preta, que contribuem para desestabilizar narrativas hegemônicas e apontar caminhos de resistência e valorização da velhice enquanto ancestralidade viva.</p>Messias Nogueira FreitasIsabel Leite Cafezeiro
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2026-01-192026-01-1911e509e50910.51919/revista_sh.v1i1.509Inter-relações multi~pluri~inter~trans~indisciplinar(es)idade na perspectiva discente~docente~aprendente
https://revistas.hcte.ufrj.br/index.php/RevistaSH/article/view/510
<p>O artigo analisa o processo histórico de fragmentação do conhecimento desde o século XVII, intensificado pela Revolução Industrial e pelo positivismo, que transformaram a educação em um sistema voltado à especialização. Discute-se a evolução das propostas de integração, multidisciplinaridade, pluridisciplinaridade, interdisciplinaridade, transdisciplinaridade e indisciplinaridade, destacando seus limites e potencialidades. Evidencia-se que a transdisciplinaridade, ao articular razão, afetividade, espiritualidade e saberes não acadêmicos, amplia a compreensão da realidade e promove uma unidade mais inclusiva do conhecimento. A indisciplinaridade, por sua vez, é apresentada como atitude crítica que desafia a rigidez curricular e estimula novas articulações criativas entre diferentes campos, rompendo fronteiras estanques e favorecendo práticas educativas inovadoras. No campo pedagógico, destacam-se as contribuições de Piaget, Morin, Nicolescu e Freire, assim como a proposta Discente~Docente~Aprendente (D~D~A), que legitima o aprendente como sujeito ativo e cocriador. Conclui-se que a integração do saber, pela via da transdisciplinaridade e da indisciplinaridade, constitui um caminho essencial para formar sujeitos críticos, criativos e sensíveis, capazes de enfrentar os desafios complexos do mundo contemporâneo.</p>Simone Christina Rebello BarrosCélia Regina Sousa da SilvaGrazieli SimõesPriscila Tamiasso-Martinhon
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